A CIDADE

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RIFAINA está localizado no extremo nordeste do Estado de São Paulo e possui uma área total de 158 km²; dista 464 km da capital e tem como principais vias de acesso as rodovias CândidoPortinari (SP-334) e MG-428 (Rodovia Franca-Araxá). Com uma população de aproximadamente 3.545 habitantes, o Município de Rifaina apresenta taxas de desenvolvimento populacional de 0,77 ao ano (IBGE,2000).

Faz parte de uma das mais importantes regiões produtoras de café do país, a “Alta Mogiana”. O café produzido nessa região possui alta aceitação nos mercados nacional e internacional. Grande parte da produção local de café é comercializada por meio da COCAPEC – Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas, que reúne inúmeros agricultores da região e participa das diversas etapas produtivas e de distribuição do café.

O clima do município é o tropical, que se caracteriza por invernos secos e verões bastante instáveis, com chuvas concentradas de outubro a março.  A temperatura média anual atinge aproximadamente 29°C. De novembro a março encontram-se os meses mais quentes, com temperaturas médias mensais variando de 28,4°C a 29,3°C.  Os meses mais chuvosos encontram-se no período de novembro a março, e os mais secos, entre junho e agosto.

Em termos geomorfológicos, o Município de Rifaina ocupa o flanco esquerdo do canyon do Rio Grande, com altitudes que variam de 550 m até próximas a 1.040 m na borda da escarpa. Este relevo se caracteriza como sendo de cuesta, marcado por uma escarpa íngreme e festonada, que separa duas superfícies planálticas, em cotas diferentes e formadas por relevo mais suave (IPT, 1981). Para saber mais, clique abaixo no interesse.

O Município de Rifaina (SP), mercê de seus atributos fisiográficos naturais e também das alterações antropogênicas – com destaque para a formação do lago artificial da UHE de Jaguara – apresenta elevado potencial turístico, em parte já explorado (casas de veraneio, pesca artesanal, esportes náuticos, trilhas). Contudo, observa-se uma carência de estudos no que concerne ao impacto ambiental desse uso, o que implica em riscos à incolumidade dos ambientes e ecossistemas, exploração pouco eficiente (ou mesmo perniciosa) de atrativos atuais e potenciais.

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